sexta-feira, 9 de março de 2007

sem rumo

Pegou o primeiro ônibus que apareceu. Estava desnorteado. Não sabia a quem recorrer, não tinha um número de telefone pra ligar. Pagou com qualquer dinheiro, nem esperou pelo troco. Sentou-se junto a uma janela e ali ficou, sem pensar em nada. Simplesmente vegetou por alguns instantes. Morreu para si e para o mundo. Não conseguia chorar. Nada. Não era nada.

Caiu em sono profundo.Teve pesadelos. Acordou com alguém cutucando seu ombro, dizendo que ali era o ponto final.

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