domingo, 16 de setembro de 2007

Maria Bethânia

São grandes as cascatas e tórridas as águas que correm nestas quedas. São verde-água, são azuis. Imensos os rios, os caminhos que levam pra algum lugar, nesta chapada, cercadas as margens por matas, por cílios que tocam as gotas, e flores que pintam de rosa, de branco, amarelo, de azul, de vermelho e cores pequenas as matas e tudo.

Dois grandes lobos nadam depressa neste rio, são brancos e fortes, felizes nadam por entre as águas, sob o sol e o céu, que os olha e se aproxima. Aproxima.

Em uma das margens surge Maria Bethânia. Os cabelos em tranças, que moldam e desenham, a voz que se abaixa, pisa a terra úmida, olha entre os galhos, o verde e as folhas. Sente a brisa, a força que brota daqui. Ligeiramente se abaixa. Beija um dos lobos, toca seu pêlo. Olha em seus olhos. Prosseguem seu caminho.

3 comentários:

gueko disse...

me dá uma bala?

Jean Souza disse...

hahahahahahahahaha!!!!

superadorei o comentário!

bju

gueko disse...

Quem me chamou
Quem vai querer voltar pro ninho
E redescobrir seu lugar
Pra retornar

E enfrentar o dia-a-dia
Reaprender a sonhar
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação

A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não
Você verá que a emoção começa agora
Agora é brincar de viver
E não esquecer, ninguém é o centro do universo
Que assim é maior o prazer

Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação


E eu desejo amar todos que eu cruzar pelo meu caminho
Como eu sou feliz, eu quero ver feliz
Quem andar comigo
Lá - lá - lá- lá - lá.........

Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não.

Lá - lá - lá- lá - lá.........