quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Estatísticas

1. Escrever torna-se inversamente proporcional ao seu esforço por vencer na vida.
Digo, trabalho... Trabalho duro... Dedicação, preocupação... Coisas que não são lazer.

Que chato, não?

2. Estado crônico: estado crônico.

Nossa, que sede!

Eu tenho uma sede! Nossa, que sede!

Eu fico horas em frente ao computador, escrevendo, divagando, fazendo um monte de coisa inútil.
Aí fico com sede.

Tenho preguiça de levantar pra beber água, como se o computador fosse sair daqui. Credo, que absurdo.

Um monte de gente querendo água e eu aqui esnobando...

Sobre o problema do mal entendido

Não, eu não estou falando pra você.
Não, não houve mal entendido.
Entende?

Sobre o fato de eu querer escrever que não houve mal entendido, quando na verdade quero dizer que não há mal entendido. O que eu quero é dizer que o meu interlocutor não é você.

Estou falando de um você genérico, saca?
Você....

Você ele, você ela, você cachorro. Qualquer coisa.

Ou melhor, não qualquer coisa. Qualquer ser pensante que lê as minhas palavras.

E agora, eu estou, sim!, pensando em você! Sabe quem é você?
Você sabe!

Nossa, que saudade eu tinha de escrever!

Hoje é dia 11 de fevereiro.

Um beijo pra você, viu?
Sem sarcasmos.

Risos.

Um beijo!

Postar

A crônica no blog, o “post” como sinônimo de publicação. Não mais caneta, não mais tinta na máquina de escrever, não mais tipografia, não mais página de papel. Quem sabe um kindle, ou uma tela flexível da LG ou algum outro desenvolvedor? Uma tela flexível, quem diria? Em breve, estaremos por aí, com alguma no bolso.

Mas e a crônica? O que é a crônica? O que é a minha crônica? Quem sou eu, ou que sou eu, quem me lê, por que me lê? Quais são as minhas angústias, minhas alegrias, minhas experiências, meus relatos, minhas tentativas de escrever para o resto do mundo? (Publicar…)

Continua tudo aqui. Passam os tempos, as tecnologias, as plataformas, os processos, mas a essência é a mesma, imagino. Eu, que desejo falar pra você, que tem a paciência de me ouvir. Talvez o que eu falo lhe interesse, talvez me responda, talvez conversemos de novo… Está formada a conversa. A leitura.

Duas e cinquenta e cinco da manhã. Sinto uma mistura de fome com sono. Um pequeno torpor, visto que já é hora de dormir. Amanhã – hoje – cedo tenho que, de uma vez por todas, arrumar meu quarto, escrever uma notícia, ir pra academia e comer alguma coisa saudável. Talvez resolver conflitos mais delicados. O dia me aguarda. E você, o que faz?

Há pouco preparei uma caipirinha de kiwi. Fazia tempo que não tomava.

Um brinde a nós.