domingo, 13 de setembro de 2015

Incompleto

Cheio de esboços pela casa, nós, rascunhos. Nós entre nós desatar nós nódulos amarrações. As coisas do meu amor que guardei - nunca joguei fora. Engrenagem incompleta monumento de ferro morto na Ponte Rio-Niterói.
Mariana Aydar, Pedaço Duma Asa sobre Juçara Marçal Metá Metá. Guerreio no lombo do meu cavalo, cigarro de palha, Rio nublado no verão-inverno Instagram fumo sem filtro.
Esboços no Google Drive, no moleskine, nas gavetas. Vinho, queijos, taça sem par e uma garrafa especial que espera deitada, quase um ano.
Máquina de lavar no ciclo infinito, desliguem quando eu morrer, doem meus órgãos joguem as cinzas em qualquer lugar, estejam comigo enquanto vivo, quero chegar aos cem, eu tenho esperança na medicina de ciborgues.
Antes fragmentos prosa antiprosa antiverso, que nada.

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